Hoje é dia de defender a soberania nacional, direitos e empregos



Para defender os trabalhadores, as trabalhadoras e toda a sociedade brasileira de uma política econômica que atende aos anseios do capital e favorece muito pouco os trabalhadores brasileiros e ainda põem estatais a venda a preços de bananas aos empresários estrangeiros as centrais sindicais CUT, CTB, Força Sindical, UGT, CSB e Intersindical e as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo estão promovendo agora pela manhã Ato em Defesa da Soberania, Direitos e Empregos. O presidente da CUT, Sérgio Nobre, ressalta que ir para as ruas, é defender o Brasil, a geração de emprego para mais de 30 milhões de trabalhadores e trabalhadoras desempregados e subempregados que querem empregos de qualidade. De acordo com o presidente da CUT, para voltar a crescer, o Brasil precisa de investimento do setor público porque as multinacionais só investem em seus países de origem. “Todos os períodos de crescimento econômico que nós tivemos foi com intervenção do Estado, com investimento dos bancos públicos, em especial BNDES e das empresas estatais, como fez a Petrobras que ao decidir pela construção de plataformas no Brasil recuperou o setor naval brasileiro, gerando milhares de empregos”. Para o dirigente, a política de privatização do ministro da Economia, o banqueiro, Paulo Guedes, de entregar o nosso minério e nossa água aos estrangeiros, será um caso de estudo porque o Brasil será a única Nação no mundo que entregou a suas riquezas para outro país sem nenhuma guerra. “A política de Guedes compromete o futuro do Brasil. Por isso, todo mundo tem que ir para ir para rua, a dona de casa, os estudantes, os rurais e os indígenas contra a destruição do país”, diz. “Quem é normal e não acredita que a terra é plana tem de ir pra rua no dia 30 e participar das mobilizações” No ato estão previstas caravanas de outros estados e, principalmente de Goiás e do entorno de Brasília. São petroleiros, bancários, professores, metalúrgicos, urbanitários e trabalhadores e trabalhadoras dos Correios, servidores públicos, terceirizados e de várias outras categorias profissionais, inclusive desempregados que estão ocupando a Esplanada dos Ministérios. Fonte: Rosely Rocha - Portal CUT

30/10/2019