14 temas de cláusulas que garantem direitos às mulheres no comércio e serviços



01/03/2018 Sindicatos e federações podem negociar estas cláusulas para garantir e ampliar direitos Escrito por: Adriana Franco / Contracs Celebrado para conscientizar sobre as desigualdades de gênero que ainda persistem na sociedade, o Dia Internacional da Mulher é uma data comemorada anualmente em todo o mundo. Enquanto empresas presenteiam trabalhadoras, sindicatos realizam debates e confraternizações, o movimento feminista continua lutando por direitos iguais e as mulheres continuam sofrendo desigualdades na vida, no trabalho e no movimento sindical. No Brasil, as mulheres compõem 43,8% do mercado de trabalho, mas recebem 24% a menos que os homens mesmo trabalhando nas mesmas funções ou desempenhando as mesmas atividades. Ou seja, as mulheres sofrem discriminação salarial. Além disso, conforme sobe o nível hierárquico, a participação feminina cai. Nos cargos de direção e gerência, as mulheres são apenas 37%. Nos comitês executivos, são apenas 10%. Ou seja, sofrem discriminação de promoção. O número e tipo de discriminação enfrentada pelas mulheres é muito maior assim como as violações de direito. Por isso, a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio e Serviços da CUT (Contracs/CUT) sai em defesa da igualdade e equiparação de direitos entre homens e mulheres. Em especial neste mês de março, a Contracs destaca 14 cláusulas presentes no Sistema de Acompanhamento de Contratações Coletivas (SACC-Contracs) do Dieese, que podem garantir a preservação e ampliação dos direitos das mulheres no ramo do comércio e serviços e em todo o mundo laboral. Confira abaixo. Igualdade de gênero Cerca de 89% das negociações analisadas no SACC-Contracs possuem cláusulas que tratam de igualdade de gênero com assuntos extremamente variados, o que caracteriza a diversidade de realidade, condições de trabalho e categorias representados pela confederação..... ARTIGO COMPLETO EM: www.contracs.org.br/destaques/870/14-temas-de-clausulas-que-garantem-direitos-as-mulheres-no-comercio-e-servicos

04/03/2018